Sinto um peso a menos,
algo assim ex - tenso
ou in - tenso...
De uma forma ou de outra,
altamente MEU!
Curti uma manhã inteira.
E percebe-se que se precisa de 'muito pouca coisa'.
Um tal toque refrigerado
de pensamentos,
risadas,
beijos
e muito amor.
Com alguém em que eu posso contar,
e que a viagem fica bem mais,
algo assim MAIOR E ETERNO!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
AGOSTO...
Agosto...mês interessante...ou inteiro!!
Gosto dele!
À gosto,
claro que é pessoal...
até por que gosto de tantos outros.
Mas o AGOSTO, tem por si só um mérito desinteressado,
marca o começo do novo ciclo anual,
ele é o despertar do novo,
até por que o sétimo,
é aquele todo preguiçoso...
Agora sim, com gosto,
teremos um final
à gosto.
Gosto dele!
À gosto,
claro que é pessoal...
até por que gosto de tantos outros.
Mas o AGOSTO, tem por si só um mérito desinteressado,
marca o começo do novo ciclo anual,
ele é o despertar do novo,
até por que o sétimo,
é aquele todo preguiçoso...
Agora sim, com gosto,
teremos um final
à gosto.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
FORMULÁRIO
E há formulário para todo tipo de requisição.
Somos obrigados a nos descrever com tinta e papel em qualquer instituição que adentramos, e nada mais do que aquela velha repetição:
primeiro nome
segundo nome
RG
CPF
endereço
idade
salário
razão social e ideológica??????
Quem derá se fosse assim apenas nas tais instituições que precisam lhe fichar para antecedentes e classificações.
E dai como não haver o pré-conceito estipulado 'proibido'?
Se já logo cedo nos ensinam não só a preencher nossos formulários, mas como interpretar os formulários alheios, sem nem ao menos termos acesso a estes.
Poderia eu blasfemar enormes indignações, se o mundo já não o fosse esse???
Exemplificar o tal garotinho que ganhou uma bolsa em um bom colégio e vem de um subúrbio qualquer e quais os traumas seu formulário seria capaz de acarretar?
Ou citar a jovem grávida aos teen anos e que agrega no seio familiar uma velha nostalgia do pudor já a muito ultrapassado, e que por tal, é deixada a beira da rua, e a probabilidade das deturpações futuras de seu formulário??
E assim havendo com mulheres, homens, negros, amarelos, pobres, ricos, nortistas ou sulistas, caracterizando que nossos humanos não aceitam, apenas o que vem de fora, arrastando por séculos as interpretações e preenchimentos de formulários bestiais.
Somos obrigados a nos descrever com tinta e papel em qualquer instituição que adentramos, e nada mais do que aquela velha repetição:
primeiro nome
segundo nome
RG
CPF
endereço
idade
salário
razão social e ideológica??????
Quem derá se fosse assim apenas nas tais instituições que precisam lhe fichar para antecedentes e classificações.
E dai como não haver o pré-conceito estipulado 'proibido'?
Se já logo cedo nos ensinam não só a preencher nossos formulários, mas como interpretar os formulários alheios, sem nem ao menos termos acesso a estes.
Poderia eu blasfemar enormes indignações, se o mundo já não o fosse esse???
Exemplificar o tal garotinho que ganhou uma bolsa em um bom colégio e vem de um subúrbio qualquer e quais os traumas seu formulário seria capaz de acarretar?
Ou citar a jovem grávida aos teen anos e que agrega no seio familiar uma velha nostalgia do pudor já a muito ultrapassado, e que por tal, é deixada a beira da rua, e a probabilidade das deturpações futuras de seu formulário??
E assim havendo com mulheres, homens, negros, amarelos, pobres, ricos, nortistas ou sulistas, caracterizando que nossos humanos não aceitam, apenas o que vem de fora, arrastando por séculos as interpretações e preenchimentos de formulários bestiais.
'DIVISÕES DEU'
Nos subúrbios do meu coração
encontram-se os lares e amores vividos,
lugares e pessoas largadas ou esquecidas,
onde o tréfego exercido por esses,
causam-me poucos reboliços;
Recordar-lhes é apenas a melhor maneira,
de encontrar em mim
o que sei que acrescentou-se.
Mais nos arredores baixos,
encontram-se pessoas que amo
as quais visitam-me vez enquando
e recebem felizes meus correspondentes
de amor e gratidão por me fazerem parte.
Cá no centro está o todo,
o complicado,
o carma escolhido ou não,
o dom a ser exercido
e recolhido nos nossos atos;
Caracterizam-me
como querem ou vêem.
encontram-se os lares e amores vividos,
lugares e pessoas largadas ou esquecidas,
onde o tréfego exercido por esses,
causam-me poucos reboliços;
Recordar-lhes é apenas a melhor maneira,
de encontrar em mim
o que sei que acrescentou-se.
Mais nos arredores baixos,
encontram-se pessoas que amo
as quais visitam-me vez enquando
e recebem felizes meus correspondentes
de amor e gratidão por me fazerem parte.
Cá no centro está o todo,
o complicado,
o carma escolhido ou não,
o dom a ser exercido
e recolhido nos nossos atos;
Caracterizam-me
como querem ou vêem.
Reescrevo-me
Saboreando as coisas que são
porque são como devem ser!
Remetendo as infâncias dentro de nós...
Subjugamos, aprendizados e relacionamentos factuais.
Reescrevendo dentro e fora do ser,
o que de certo ocasiona lembranças.
Seremos todos cheios de prazeres ou não,
mapeando estes em nossas expressões palpáveis,
e visíveis aos que requerem grandiosas
e extravagantes aquisições do outro.
E estando assim de forma obrigatóriamente crescente
dentro do círculo que nos traduzem,
causando ao certo dúvida e angústia,
aversão e contradição.
Para que assim seja categoricamente inrefreável
os motivos pelos quais negamos
algumas vivências, e adquirimos vitudes!
porque são como devem ser!
Remetendo as infâncias dentro de nós...
Subjugamos, aprendizados e relacionamentos factuais.
Reescrevendo dentro e fora do ser,
o que de certo ocasiona lembranças.
Seremos todos cheios de prazeres ou não,
mapeando estes em nossas expressões palpáveis,
e visíveis aos que requerem grandiosas
e extravagantes aquisições do outro.
E estando assim de forma obrigatóriamente crescente
dentro do círculo que nos traduzem,
causando ao certo dúvida e angústia,
aversão e contradição.
Para que assim seja categoricamente inrefreável
os motivos pelos quais negamos
algumas vivências, e adquirimos vitudes!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
NECESSITADOS ESTAMOS NÓS...
Por que andamos tão carentes?
Carentes de pessoas a nos idolatrar,
de amores que demonstrem em atitudes
o quão amados e respeitados somos...
Não nos basta simplesmente saber que nos amam?
Ou que já nos amaram, e nos guardam no coração
com a boa imagem de ter sido feliz,
e dando assim uma força imensurável,
para que procuremos continuar a ser a cada dia vivido?
Somos realmente hipócritas,
e aprendemos desde cedo este sentimento,
por mais aversão que ele possa causar,
convivemos com ele.
E diariamente aprendemos a tê-lo como trunfo,
que seria de grande valia se não o fosse tão inútil.
Pois ao 'hiprocrisar', enganando-nos,
verdadeiramente não há como poupar-nos de tal deslize.
Da-se assim certo gosto de pecar,
o que originalmente é o que prentendemos,
sair da ordem, da regra, da lei,
diversificar o caráter,
e apesar do tom pejorativo
de fato é agradável!
Amamos então de forma diversa,
e também transpomos horrores para esses amores.
Criticamos muito do que há em nós,
e pleiteamos suspeitas que deveriam ter-se caído,
sobre nossas carcaças a tempos atrás.
E quando se sente e se quer estar preparado,
temos amor, com o sabor verdadeiramente
implícito do sentimento.
Mas claro que para que haja
mais desafetos e pecados,
criamos dentro de nossas histórias sem fim
salpiques de verdadeiros mestres dramaturgos,
assim convivemos com amores e com o mundo
vivente nosso,
aprendendo a desrespeitar e respeitar,
ao saber que pode-se ser de tudo um pouco
sobre a condição humana
e do mesmo ponto de vista
traído e traidor.
Carentes de pessoas a nos idolatrar,
de amores que demonstrem em atitudes
o quão amados e respeitados somos...
Não nos basta simplesmente saber que nos amam?
Ou que já nos amaram, e nos guardam no coração
com a boa imagem de ter sido feliz,
e dando assim uma força imensurável,
para que procuremos continuar a ser a cada dia vivido?
Somos realmente hipócritas,
e aprendemos desde cedo este sentimento,
por mais aversão que ele possa causar,
convivemos com ele.
E diariamente aprendemos a tê-lo como trunfo,
que seria de grande valia se não o fosse tão inútil.
Pois ao 'hiprocrisar', enganando-nos,
verdadeiramente não há como poupar-nos de tal deslize.
Da-se assim certo gosto de pecar,
o que originalmente é o que prentendemos,
sair da ordem, da regra, da lei,
diversificar o caráter,
e apesar do tom pejorativo
de fato é agradável!
Amamos então de forma diversa,
e também transpomos horrores para esses amores.
Criticamos muito do que há em nós,
e pleiteamos suspeitas que deveriam ter-se caído,
sobre nossas carcaças a tempos atrás.
E quando se sente e se quer estar preparado,
temos amor, com o sabor verdadeiramente
implícito do sentimento.
Mas claro que para que haja
mais desafetos e pecados,
criamos dentro de nossas histórias sem fim
salpiques de verdadeiros mestres dramaturgos,
assim convivemos com amores e com o mundo
vivente nosso,
aprendendo a desrespeitar e respeitar,
ao saber que pode-se ser de tudo um pouco
sobre a condição humana
e do mesmo ponto de vista
traído e traidor.
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