quarta-feira, 8 de setembro de 2010

É o que faço
passo a passo
É o que receio
em criações a parte
É onde renasço
me incluindo num maço
Volumes todos
encaixotados!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

"Querer, poder, conseguir"

Até onde pode ir o poder do querer?
Cada dia que vivo, vivo mais intensamente,
reparo muito no que fazem meus coadjuvantes,
tentando os aprender as suas maneiras,
e assim poder amá-los ainda mais.
Fico espantada com o poder existente no interior nosso...
E de quais maneiras somos capazes de almejar histórias e seus fins...



Fica o aviso, tomemos cuidado com nossos caprichos!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

DELICIANTE...

JÁ PAROU PRA SENTIR O ROLAR
DO ROLAMENTO DA CANETA NO PAPEL?

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Melancolia é para que mesmo?

E por que mesmo se entende como boa poesia
algo diretamente relacionado à tristeza?
Quem comprova que o desalento transforma-se em inspiração?
Só posso convir que, dizendo isso,
sugere-se que a felicidade, ocupa tal espaço,
que não nos deixa tempo.
É claro que é tão bonito algo desesperadamente apaixonado e perdido...
É claro que é tão tocante algo desencadeado de frustrações...
Mas tem-se beleza também no que está em paz.
Sabe-se de onde vem a verdadeira inspiração?
Dum momento interno de realidade densa,
momento de junção de sentimentos, de rara felicidade...
Que em muitas vezes encontra-se desorientado por uma perda,
mas que com nítida certeza, encontra-se no eu, certa convicção
do crescimento diretamente relacionado a perda...
Se produz qualidade, pela dúvida da beleza perdida, e pela certeza da beleza incrustada.
No momento só ouso convir que o que inspira, trata-se de visualização de realidade, momentânea ou não!
Transcorridos 'euforismos' momentâneos, encontra-se distorção de alvos sonhos, e miraculosamente realismo nos periféricos do sentir, tem-se ai tal inspiração tristonha.
Por deparar-se com situação diferente da imaginada.
Resumindo, isto ocorre de forma geral para todos.
Pois somos quem devemos ser, e não quem queremos! (globalizando convenientemente).

terça-feira, 24 de agosto de 2010


NÓS SOMOS AQUILO QUE AMAMOS,
OU AMAMOS AQUILO QUE SOMOS?

MAIS UMA TENTATIVA

Não sobraram muitas esperanças de novas e inexploradas sentimentalidades,
repreenderam o ato de coexistir em um sistema,
mas faltou mostrar como não.
Admitiremos certas vulnerabilidades,
graças às faltas e as sobras,
mas criaram-nos força.
Reabilitando a cada novo dia ocultas máscaras expressionistas,
saqueando milagres alheios, e aprendendo muitas teses,
obediente ao subconsciente loquaz,
molestador de nossas dúvidas,
que de forma ou outra caracteriza nosso ser.
Agraciando engasgos e ressacas momentâneas.
Revoltando-nos por números que apenas somamos,
sejamos todos críticos e criticados,
Para endossarmos os direitos de poucos, aos muitos que irradiam tempestuosidades,
ridiculizarei apenas aqueles que tratam sentimentos e pessoas tais como não o são.

SOCIABILIDADE

Tendências, modos e pode-se adjetivar como qualidade.
Isto tudo conforme a explicação da língua.
Preterivelmente posso interpor o ponto da vista,
na forma genérica do ato,
plausivelmente conversar com o MUNDO!

Interação genuína.

Mover-se de tempos em tempos,
Encontrar-se em diferentes planos atmosféricos,
Concretizar os verbos, do viver
dentre as influências reais,
caracterizar o que de meio torna-se FIM!