quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Filosofia

Ando mais perto do filosofar propriamente dito...
ando perto da FILOSOFIA, pura e cientifica.
Ando na verdade apenas curiosa, ou sempre o fui e não tive tempo.

Conjuga

Eu estive sempre cheia de perguntas, cheia de dúvidas...
...estas questões eram envoltas por pensares e sentires meus e seus,
de uma forma geral melo dramática.

As dúvidas podem até permanecer no fundo de alguma alma minha,
...mas já não tem tanta importância, pois meus pesares em duvidar do "induvidável" será menor hoje,
será apenas um pesar...e não um despetalar, como seria num abrochar de adolescência/"adulteza".

A gente simplesmente espera algo belo e calmo,
...e se não houver ou vier a gente simplesmente espera que aguente.

PS: gosto de inventar conjugações inconjugáveis.



DEMOCRACIA
GERA
DEMOCRACIA?

                Na semana passada o Embaixador do EUA na Líbia (Chris Stevens) foi morto em um atentado a Embaixada, o motivo dado pelo atentado foi o filme americano que estaria ultrajando a religião muçulmana.
                Pelo que consta nos sites de informação, tanto em referência ao papel do embaixador, quanto ao país americano, é que estiveram presentes e apoiando a luta a favor da democracia, e da liberdade política, para que o povo esteja no poder, direta ou indiretamente.
                É triste ter que presenciar todos esses dias de guerra no mundo, mas triste ainda é ver esta luta religiosa/política, ainda não sendo superada pela humanidade, deixando o nome de Deus (seja ele qual for a cultura), ser usado de acordo com necessidades e interesses. Isso gera em mim algum tipo de imagem de covardia e mediocridade geral, para mim existe uma preguiça entre os líderes (oficiais, terroristas, milicianos ou qual for à organização) de se assumirem guerreiros na verdadeira luta pelo que se acredita.
                Para mim se prova de forma incontestável que democracia não gera democracia, que por mais que exista “boa vontade” dos países democráticos em democratizar as demais ideologias governamentais, existe todo o sistema interno ligado à religiosidade que está acima de sistemas políticos.
                Só posso convir que não há liberdade ou democracia alguma nessa história toda, um país ou embaixada ser atacados por um filme/documentário pois uma religião se sentiu ofendida?! É vendo isso que eu como pessoa vejo que já passou da hora de nos perguntarmos e nos respondermos que mundo queremos para os nossos que ficarão, e por mais que sejamos pequenos em meio a toda essa guerra, que pelo menos deixemos uma pequena e saudável semente.

Por Patricia Vanzan

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

As vezes me estranho...

A estranheza que me percebo em certos tiques, momentos, dias...
Essa estranheza não me parece uma coisa ruim...
apenas a estranheza de se deparar com algum eu,
que já aderiu a estranhezas alheias que terminaram por sendo minhas...

Perdi algumas estranhezas também...
deixei alguns velhos, maus ou bons hábitos,
em algum momento em que me foi oportuno.
Deixei-os plantados em algum quintal por que passei.

Provável que plantei mais do que imagino...
Estive mais nos lugares, do que os lugares estiveram em mim...
Isso porque quando estamos em novo lugar,
Há todos a nos observar e só nós a observar todas as estranhezas que podem-se conter num lugar.

Afinal é preciso se aprofundar nos desconhecidos.
Acredito que o andamento da vida  é regado a atuação dos muros das cidades.

A gente respira a estranheza das cidades por onde vai....mais ainda por onde vive...
E nesse respiro, em trocar-se de oxigênio, em oxigenar o cérebro,
Acredito que haja uma troca de estranhezas ai.

Hoje já me senti estranha...mas não me sinto mais!


sexta-feira, 13 de julho de 2012

De contenções a euforias ‘Desgastosas’


                Eu ando tentando me conter. Mas não me conter como antes, quando tentava me conter de euforia, ando tentando conter meu esgotamento.        
                Ando mais acordada do que de costume, e apesar de não me acostumar, prefiro assim. Gosto de me sentir alerta e é uma pena que me esgote com facilidade.
                A amenização que a falta de sono provoca (e por falta de sono, é a falta de poder tê-lo e não de não conseguir tê-lo), traz as dores e as benções que se têm em pensar na vida.
                A preservação do cansaço e a rapidez com que geramos o nosso bem estar do dia-a-dia, gera também um acumulo de apetrechos que me enfurece ao percebê-los meus. Não sou de toda contenção, e vez ou outra derrubo barragens para liberar espaços.
                Critico-me quando me percebo crítica ao excesso, gosto mesmo de tentar não incomodar. Mas ao que percebo todos precisamos de incômodos.
                E hoje resumo que de certo se tem poucas coisas na vida das quais se valha, mas a que não se vê muito ensinar e que se é necessário aprender, é que devemos abrir os olhos para nunca nos depararmos com a percepção de que não se vá mudar.


Por Patricia Vanzan

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Vôo

É necessário ser muito livre para saber a hora de pousar!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Aperto!

Porque existe uma dor que dói por vez ou outra,
um aperto que dá e depois passa...
Mas que fica a impressão da dor.

É tal qual a angústia descrita...
ela perpassa o medo!
Da aquele desencorajamento terrível demais para se admitir.

E a gente confunde tudo,
fica se perguntando o porque dessa dor,
fica se repassando em todos os 'porques' da vida,
será que é por isso
ou será por aquilo.

Pensa-se até num tufão da saúde,
deu vontade de medir a pressão.

Mas depois dum banho acalmou-se
e adormecido o ser, o medo e a dor, foram-se.
Só é agora esperar que ela não volte! ou se voltar, que seja breve!