terça-feira, 29 de junho de 2010

saber...

Sabe o que é mais interessante em querer ser feliz?
O mais importante, o mais verdadeiro, o mais tudo...?
é que quando se decide, se sabe qual será o caminho, a tentativa,
nos apegamos aos erros, nossos ou alheios...
e discuti-se internamente, pondo-os na balança para melhor analisarmos,
mas no fundo sabemos, que não passa de uma escolha...
ter felicidade, cumplicidade, e confiança, faz toda a diferença,
e passa-se por cima da ciumeira braba que participam de alguns seres,
dos erros nossos de caminhadas passadas e presentes,
faz-se muito sentido,
depois que clareia...
e é só paz,
pois sabe-se agora,
que é feliz...
e por que se quer.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

MC...

Enfim MC CHEDDAR,
depois de muito MC FELIZ pela criança,
e muito outra coisa pelo homem.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

De Lá e de Cá!

Pode-se ter água e também pode-se ter fogo
e ainda ter muito dos elementos terra e ar.
Saber ser leal e contraditório,
autoritário e até certo ponto
submeter-se ao desejo,
que nem sempre é seu.
Ser triste e feliz nas 'arcadas faciais'.
E adicionar-se na dança dos corpos,
que nos transforma em seres,
nem sempre tão humanitários,
mais da forma geral,
animal.
Nesta terra de todas as classes,
heis que ai podemos classificarmos como tais
depressivos, psicopatas, killers...
e assim subjugados de forma ou outra
reviramos as tormentas pessoais
ouvindo algum nosocrático,
passando a tentar alguma vida.
Havendo mais julgamentos,
dos que depois da terra,
insistem em querer nos democratizar,
enfileirando-nos
e comicamente determinando
se é luz,
ou se é treva.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

MINHA SAUDADE...

Sinto saudade dos cheiros,
dos gostos,
da liberdade,
da verdade que há na juventude,
na descoberta do lícito e do ilícito,
do certo e do duvidoso,
encorajo-me a viver as lembranças,
para jamais esquecer do que fui feita,
do que fui experimentada.
Haja saudade para viver o agora e o pra frente,
cheio de felizes reencontros e esbarrões que fazem jus
ao que nos tornamos no hoje.
E sorrisos a parte, sou mais história, sou mais loucura,
sou sempre mais, porque quem sente diferente refaz as lástimas em pequenas e encantantes conquistas, tal como aquelas migalhas que comemos grudando nos dedos,
tão gostosas como o pão inteiro!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

MOLEJO...

To com saudade da minha velha malandragem...
Daquele molejo, desvirtuado, sem qualquer objetivo sóbrio.
Enchi-me de tanto assinar papeis, e de tanto precisar provar
as qualidades, que acreditem se quiserem, sempre existiram.
To jogada por ai, e tentei me levar muito sério,
mas ninguém me acreditou,
dia desses pego o meu banquinho e saiu de mansinho.
E vento venta, que eu quero ser levada pras venturas do viver!!!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

CRESCER...de uma forma teoricamente enriquecida:

O que era a porta de saída, senão a desculpa perfeita para se auto descobrir?
Depois de algumas caminhadas pela sombra, onde encontramos deslizes que nos são apenas julgados como aprendizados. E que portanto pagamos nossas penas de forma sorridente. Concluindo secreta e inconscientemente que não haveria cortes profundos, somente leves arranhões que deixaram cicatrizes de onde tiramos lembranças.
Após algumas conturbações reais, transitoriedade na visão hierarquica familiar e pequenas agregações virtualmente afetáveis, tem-se a descoberta de alguma liberdade viável a formação de personalidade.
Ao descobrir-se dono de seu ir e vir, fazer ou não, comete-se tropeços agradáveis e equilibrados sempre cheios de inquisidores leais, que encontram apenas seus pareceres, que causam-nos apenas confusões realistas e necessárias.
Causamos nestas épocas mais mal aos que nos acompanham do que a nós mesmos, pois para nossas experiências aplicadas ou não, tem-se teorias e conclusões pessoais, que são usadas por nossa formação humana mais como alicerces.
Dessas nossas experimentações e teses, agregam-se pessoas, aquelas das quais copiamos uma grafia, um uso de termo, um movimento repetitivo, um ato de sociabilidade, e opiniões esquerdistas e direitistas, conforme assim convir.
E tem-se assim de certo modo algo que se considera nosso, e que com o passar de tempos será sempre lapidado por nosso ego-crítico.
Vislumbra-se então um eu adulto, cheio de opiniões para passar, e considera-se agora mais colaborador do que colaborado.
Transformamos as relações em codependentes, criando laços mais fortes e favoráveis para a não solidão e para a auto afirmação da figura por si criada, fazendo com que haja reflexo de vitória por sermos nós mesmos.

É isto.

E por assim bem ver-nos entregues
é que queremos acertar na entrega.
Mas não há porque querer eternizá-la.
Descobre-se que o importante é aproveitar cada pulso,
tentar não sofrer pelo que não deu certo,
e da melhor forma que nos convém,
deixar passar aquilo que já é passado concretizado.