Minimamente seria capaz de deixar andar um centro do mundo,
e validar aos que me honestamente admiram,
tentando equilibrar ao que se pode
nas bandejas do coração,
meus momentos de equilibrio...
Seria de todo inverdade,
se esses momentos fossem extensos,
pois na maioria pende-se para um só centro.
Cativa-se dai, todos os prós e contras do amor.
Que sabemos ser a historiografia momentania.
Permito rebeliões em mim mesmo
e caio em contradição a cada passo possível,
sou de um todo pergunta e resposta.
Ironicamento egocentrando,
sejamos capazes de um ponto de reticências sem tantas...
terça-feira, 13 de julho de 2010
SORRISO
Paragrafando histórias
chego a refir-me levianamente
dos momentos por mim esquecidos
pois sabe-se que vive-se
mais de lembranças inventadas.
Contorno meu ontem
em desenhos abstratos
critico o que me foi dolorido
mas não por ser inválido
chega a ser comico a agregação de tais.
Movendo as constelações nos mapas atuais
acrescento o que há de mistério
no momento exato da dúvida
que essa sim salpica de temperos nossos passos.
Sapateio no dançar das viagens
cruzadas ou não, por nós criaturas.
Retenho de muito que me é doado
até não parecer-me mais palpável.
Sou sorte para alguns
e mau agouro para outros
num contexto geral serei lembrada
como passagem rápida para aqueles que ficaram ou que deixei.
E como lembrança de tratados
refiro-me aos que me acrescentaram
e aos quais acrescentei
um pouco de sorriso, para que haja mais em troca.
chego a refir-me levianamente
dos momentos por mim esquecidos
pois sabe-se que vive-se
mais de lembranças inventadas.
Contorno meu ontem
em desenhos abstratos
critico o que me foi dolorido
mas não por ser inválido
chega a ser comico a agregação de tais.
Movendo as constelações nos mapas atuais
acrescento o que há de mistério
no momento exato da dúvida
que essa sim salpica de temperos nossos passos.
Sapateio no dançar das viagens
cruzadas ou não, por nós criaturas.
Retenho de muito que me é doado
até não parecer-me mais palpável.
Sou sorte para alguns
e mau agouro para outros
num contexto geral serei lembrada
como passagem rápida para aqueles que ficaram ou que deixei.
E como lembrança de tratados
refiro-me aos que me acrescentaram
e aos quais acrescentei
um pouco de sorriso, para que haja mais em troca.
DE SENTIR
Saboreando o que há de bom,
hei de convir que o que se recicla em nossos dias
nada mais é que as fatalidades
dos atos ambíguos que queremos e realizamos.
Participamos dos paralelos que traduzem o fato de existir,
deixando que aquilo que sente de fora
perdure por caminhos extensos ao interior nosso,
que participa dos desejos e aquisições nossas
e que adquirimos pela simples menção de querer.
Gravamos sorrisos e momentos,
damos importancia aquilo que nos é
estranhamente acolhido como único e especial.
Eternizamos amores,
e aniquilamos sentimentos,
sem ao certo verificar emocionalmente o que se agrada.
Fria e meticulosamente,
registramos sentimentos
como nossos benfeitores e doadores de felicidades.
Felicidades essas que seriamos capazes de encontrar
em qualquer lugar que haja sentir.
hei de convir que o que se recicla em nossos dias
nada mais é que as fatalidades
dos atos ambíguos que queremos e realizamos.
Participamos dos paralelos que traduzem o fato de existir,
deixando que aquilo que sente de fora
perdure por caminhos extensos ao interior nosso,
que participa dos desejos e aquisições nossas
e que adquirimos pela simples menção de querer.
Gravamos sorrisos e momentos,
damos importancia aquilo que nos é
estranhamente acolhido como único e especial.
Eternizamos amores,
e aniquilamos sentimentos,
sem ao certo verificar emocionalmente o que se agrada.
Fria e meticulosamente,
registramos sentimentos
como nossos benfeitores e doadores de felicidades.
Felicidades essas que seriamos capazes de encontrar
em qualquer lugar que haja sentir.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
DE LUZ DE LUXO, DE LIXO DE LUA...
Sou todo dia feliz e contenho infelicidade nos desenhos dos meus olhos,
Sou todo dia alegria e tenho tristeza nas expressões dos meus sorrisos.
E no tempo que o tempo não era tempo pra mim
Vivia eu a ingressar nas lamúrias vitais,
das quais participo sem pensar...
Dramatizo de tudo um pouco para dentro e sentimentos de mim...
Pratico de tudo um pouco para fora e banalizo as importancias dadas...
Critico minhas ações, até onde posso...
só não desisto do amor, porque esse eu sei que tenho e dou!
Sou todo dia alegria e tenho tristeza nas expressões dos meus sorrisos.
E no tempo que o tempo não era tempo pra mim
Vivia eu a ingressar nas lamúrias vitais,
das quais participo sem pensar...
Dramatizo de tudo um pouco para dentro e sentimentos de mim...
Pratico de tudo um pouco para fora e banalizo as importancias dadas...
Critico minhas ações, até onde posso...
só não desisto do amor, porque esse eu sei que tenho e dou!
terça-feira, 29 de junho de 2010
saber...
Sabe o que é mais interessante em querer ser feliz?
O mais importante, o mais verdadeiro, o mais tudo...?
é que quando se decide, se sabe qual será o caminho, a tentativa,
nos apegamos aos erros, nossos ou alheios...
e discuti-se internamente, pondo-os na balança para melhor analisarmos,
mas no fundo sabemos, que não passa de uma escolha...
ter felicidade, cumplicidade, e confiança, faz toda a diferença,
e passa-se por cima da ciumeira braba que participam de alguns seres,
dos erros nossos de caminhadas passadas e presentes,
faz-se muito sentido,
depois que clareia...
e é só paz,
pois sabe-se agora,
que é feliz...
e por que se quer.
O mais importante, o mais verdadeiro, o mais tudo...?
é que quando se decide, se sabe qual será o caminho, a tentativa,
nos apegamos aos erros, nossos ou alheios...
e discuti-se internamente, pondo-os na balança para melhor analisarmos,
mas no fundo sabemos, que não passa de uma escolha...
ter felicidade, cumplicidade, e confiança, faz toda a diferença,
e passa-se por cima da ciumeira braba que participam de alguns seres,
dos erros nossos de caminhadas passadas e presentes,
faz-se muito sentido,
depois que clareia...
e é só paz,
pois sabe-se agora,
que é feliz...
e por que se quer.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
De Lá e de Cá!
Pode-se ter água e também pode-se ter fogo
e ainda ter muito dos elementos terra e ar.
Saber ser leal e contraditório,
autoritário e até certo ponto
submeter-se ao desejo,
que nem sempre é seu.
Ser triste e feliz nas 'arcadas faciais'.
E adicionar-se na dança dos corpos,
que nos transforma em seres,
nem sempre tão humanitários,
mais da forma geral,
animal.
Nesta terra de todas as classes,
heis que ai podemos classificarmos como tais
depressivos, psicopatas, killers...
e assim subjugados de forma ou outra
reviramos as tormentas pessoais
ouvindo algum nosocrático,
passando a tentar alguma vida.
Havendo mais julgamentos,
dos que depois da terra,
insistem em querer nos democratizar,
enfileirando-nos
e comicamente determinando
se é luz,
ou se é treva.
e ainda ter muito dos elementos terra e ar.
Saber ser leal e contraditório,
autoritário e até certo ponto
submeter-se ao desejo,
que nem sempre é seu.
Ser triste e feliz nas 'arcadas faciais'.
E adicionar-se na dança dos corpos,
que nos transforma em seres,
nem sempre tão humanitários,
mais da forma geral,
animal.
Nesta terra de todas as classes,
heis que ai podemos classificarmos como tais
depressivos, psicopatas, killers...
e assim subjugados de forma ou outra
reviramos as tormentas pessoais
ouvindo algum nosocrático,
passando a tentar alguma vida.
Havendo mais julgamentos,
dos que depois da terra,
insistem em querer nos democratizar,
enfileirando-nos
e comicamente determinando
se é luz,
ou se é treva.
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